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A Arte de Ser Autêntico

A arte da mentira é o retrato mais fiel da desconexão humana. Nada mais é do que a renúncia silenciosa ao próprio valor e o desrespeito à essência daqueles que, com esforço, imprimem alma naquilo que criam.

A vida em qualquer tempo e em qualquer era, sempre exigirá autenticidade: atitude, presença, coragem, autoria. Pois é na criação original que a alma se reconhece, é nela que a experiência vira sabedoria e onde cada ser deixa a assinatura invisível de seu caminho.

Antes, nossas identidades habitavam territórios pequenos, hoje sob o alcance ilimitado das redes, muitos se perderam em máscaras holográficas se tornando personas vazias que seduzem os incautos em busca de um abrigo que nunca preenche.

Houve, sim, um tempo em que o Universo nos convidou de forma profunda e simbólica ao reencontro conosco mesmos. Mas muitos optaram pelo contrário: deram voz e força a sua própria escuridão, abrindo portas internas para aquilo que não sustentariam, permitindo que a ilusão tomasse assento onde deveria haver verdade.

E assim, entre fragilidade e ilusão, criaram asas que não sabiam sustentar o voo. Voaram alto demais, rápido demais, longe demais do próprio eixo.

Quem mente pouco, mente grande
A mentira nunca conhece limite e a verdade sempre conhece o seu tempo.

Hoje esse tempo é veloz, a revelação corre a galope. Nada permanece oculto por longos ciclos, pois a Luz, quando chega, não negocia com a sombra.

E se existe um ensinamento que a vida nunca falha em entregar, é a vergonha - a espada certeira que corta a ignorância, a arrogância e a soberba.

Tarde ou cedo a máscara cai!

E não falo de política, falo da condição humana, e da incapacidade de sustentar uma vida que não nasce da verdade.

Desejo profundamente que possamos acordar, antes que os véus se fechem definitivamente.

Bênçãos Plenas

Simone G. Pedrolli

Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".