O Despertar da Consciência - O ciclo da Introspecção
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Imenso crescimento pessoal & espiritual e o início da evolução consciente por meio da autodescoberta.
No segundo ciclo de nossa jornada evolutiva, rebelamos contra o mundo externo com pouco ou nenhum sucesso em aliviar nossa dor, sofrimento ou desconforto. Caminhamos confrontando até chegarmos ao desprazer do sufocamento, onde silenciamos e calamos. Um pausar natural na preparação para a terceira viagem ao novo estágio, onde iremos oferecer na consciência as etapas do despertar. Por elas avançamos ao portal da introspecção que ao chegar, somos ciceroneados pelo “Decreto” básico de todas as coisas...
O MUNDO É UMA GRANDE TEIA NO QUAL TODOS FAZEM PARTE
Ao fazermos esta analogia, compreendemos que tudo está ligado explicitamente dentro de um único poder – a liberdade! Porém, ainda somos incrédulos ao que não tateamos, e pensamos: Estou literalmente amarrado, não tenho, não sou, não estou. Onde está a minha liberdade? Quando fazemos esta primeira introspecção, a resposta é incisiva...
“AMARRADO ESTÁ POR ESCOLHA,
ESTA É A TUA COLHEITA.
DESATE OS NÓS E CAMINHE EM LIBERDADE!”
Complicado a resposta, porque não foram os outros que disseram e sim, nosso próprio interior. Quadro que não oferece opção alguma em debater - podemos mentir para o próximo, mas no espelhamento interior sabemos muito bem o que somos e o que representamos.
1ª ETAPA
Ao descobrirmos que toda a obstrução de nossa jornada evolutiva aconteceu porque negamos a nós mesmos, começamos a desatar os nós da nossa Teia Vital. Ao contrário do que temíamos, não somos levados ao reencontro do passado vivenciando as mesmas dores e desequilíbrios. O que se apresenta nesta etapa são apenas espelhamentos, ou seja, nosso próprio universo holográfico sem os sentimentos vividos em outrora.
Nossa postura a ação do espelhar é de espectador e não ator – assistimos a nós mesmos. Podemos chamar esse processo de viagem astral interiorizada, pois estamos navegando em nosso próprio universo.
A partir deste estágio, os insights se tornam rotina o tempo todo na mente, favorecendo as evidências ligadas diretamente as passagens vividas que deixamos em rastros a serem limpos no agora. Por eles, em perplexidade enxergamos as falhas cometidas. Esta ação não é “chorar o leite derramado” - é reconhecimento, aprendizado e libertação. O processo de um novo respirar, proporcionando o “início do fim ao sufocamento”.
Nesta etapa, começamos a valorizar a própria vida e tomamos a coragem de decretar o “basta” ao estágio de querer ESTAR, antes de SER. A partir daí, adentramos ao portal da “autoestima” – nos enxergamos! Deixamos definitivamente “ir embora” a primeira pergunta que sempre fazíamos: até quando?
Ao conscientizarmos que o nosso momento chegou, provamos do efeito enaltecido da “honradez” e por ela, tomamos a decisão de partida em busca da paz, da harmonia e do equilíbrio. Entendemos nesta etapa...
TUDO PARTE DE NÓS!
Quando um não quer, o desequilíbrio não acontece.
Reaprendemos que silenciar nem sempre é concordar e sim, “deixar ir” o que não nos pertence e o melhor ainda ... não sermos a fonte do desequilíbrio aos que amamos ou convivemos. Nesta etapa primária fazemos a seguinte leitura...
EVOLUÇÃO É PRÓPRIA!
Independente do estágio evolutivo, ninguém tem poder algum sobre o próximo.
Devemos respeitar, amar e equilibrar.
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2ª ETAPA
A segunda etapa do ciclo, é o início da desmagnetização dos valores limitantes que foram impostos por nossos ancestrais em momentos adormecidos, por educadores, cultura, sociedade, religião e a tão pertinente força manipuladora da massa... a mídia.
Ao passo que vamos liberando esses valores corrompidos, sentimos um misto de tristeza e alívio.
- Tristeza: carregamos padrões que ainda permanecem em efeito manipulado do apego adulterado em nossa linha de frente.
- Alívio: o bálsamo que nos encoraja seguir na liberdade dessas limitações, porque agora temos a certeza aliada ao que pensamos, e não pelo o que os “outros” pensam.
*Não confunda "apego liberto" com "apego adulterado"
- Apego liberto: rege a segurança, o estado de conforto, de harmonia e satisfação.
- Apego adulterado: é a raiz profunda de um passado aprisionado aos padrões causadores do nosso sofrimento emocional, das dificuldades físicas e da felicidade perdida.
Ao reconhecermos o quanto dormimos, enxergamos claramente que a maioria das pessoas de nosso convívio ou fora dele, ainda estão dormentes. Aos mais próximos, tentamos compartilhar nossa experiência, entretanto, ao expressarmos nossas verdades somos recebidos com a intolerância.
É natural nesse estágio experimentarmos até mais julgamentos do que os já vivenciados quando ainda estávamos em ciclos evolutivos anteriores. Nessa fase reaprendemos que...
NÃO MUDAMOS AS PESSOAS!
Por estas ações opostas as nossas expectativas, sentimos na pele o erro da expressão do ato imposto e assim ... reaprendemos o valor do “respeito” as escalas evolutivas de cada irmão nesta Terra. Ao focarmos na dormência externa, evidenciamos no espelhamento que também já fizemos parte desse universo, antes de chegarmos a este ciclo – fato revelador na apresentação de que já passamos pelo mesmo caminho e nos tornamos vencedores.
Quantas e quantas vezes já disseram para nós a mesma coisa e nada fizemos? Quantas vezes sonhamos, fizemos alguma leitura, recebemos informações de médiuns e entre tantas outras conexões, e deixamos o tempo apagar?
A EVOLUÇÃO É PARA TODOS!
Cada um tem o seu processo e tempo distinto.
Logo então, provamos do néctar principal do equilíbrio – o amor e suas correspondências imutáveis.
Todas as colheitas independentes das polaridades que forem remetidas as nossas expressões, são recebidas como aprendizado:
- Em negativo: o deboche, a ira, o desprezo, títulos degenerativos e muitas vezes até agressões físicas.
- Em positivo: a atenção, a troca, o bálsamo do sorriso, o abraço e as lágrimas em gratidão recíproca.
Esta fase oferece para nós a provação ao valor da Unidade! Reaprendemos que apesar de estarmos em uma mesma esfera lutando pelo mesmo objetivo que é a Vida...
NÃO SOMOS IGUAIS!
Cada um tem seu propósito, missão, tributos e as verdades tácitas.
Nessa analogia, recebemos as portas abertas para a “gentileza”.
Não nego que ao sermos recebidos em modo negativo é impactante e dolorido. Porém é extremamente importante, porque é exatamente esse impacto que nos leva ao desbloqueio definitivo às barreiras dos modelos de apego em nossa jornada.
Reaprendemos a importância de “seguir” e para avançarmos ... devemos “deixar ir”. Esta ação está tanto para os que nos ouvem, como para os que não nos aceitam.
- Em positivo - trocamos ideias e sentimentos. Não impomos e não há prisão, porque ambos são livres.
- Em negativo - silenciamos e somente expressamos o que estão preparados na aceitação. Não há prisão (embora tentem), porque "nós somos livres".
Por todas as respostas colhidas, decidimos manter a consciência crescente para nós mesmos e assim, seguimos liberando o espaço na via contínua da vida, para que outros alcancem o mesmo processo.
3ª ETAPA
Ao executarmos na etapa anterior o processo de não pactuar com o que não nos forma, aceleramos o processo de desapego em nossa mente. Atravessamos as barreiras da “insatisfação” e adentramos aos passos das atitudes corretas! Nos libertamos dos projetos de vida inacabados e desgastantes, tais como: nos empregos, relacionamentos, na família, as amizades, religiões, organizações e qualquer forma que venha a desfavorecer nossa autoestima. Desvencilhamos dos papéis que desempenhamos da rejeição a nossa identidade passada e em muitos casos, até nos afastamos totalmente do convívio social. Pois o nosso antigo modelo de mundo começa a falhar - não o enxergamos mais em separação.
Começamos ter a sensação crescente de que todos estão conectados, porém ao mesmo tempo sentimos completamente desconectados de todos. Por muito nesta fase, somos confrontados com a divisão entre vida e a existência ... em um oceano de pessoas, sentimos que somos únicos no despertar - ninguém nos entende e não há ninguém com quem se conectar. Nesse contexto, começamos a questionar “o questionamento”.
“Por que comecei esta jornada?” “Qual é o sentido de acordar, se estou sozinho e solitário?” “Posso ter ficado infeliz quando estava dormindo, mas pelo menos tinha amigos, família e pessoas que se importavam comigo, agora, não há ninguém.”
Consideramos o “voltar”, porque antes nos viam de alguma forma e isso era tudo o que tínhamos – a prisão na falsa âncora. Nesta ação repentina de querer voltar, pensamos: “gostaria de esquecer tudo o que sei agora, apenas para poder fazer parte do meio novamente”. Por ela achega a resposta precisa do Eu Superior...
O CAMINHO DA EVOLUÇÃO É UMA VIA DE MÃO ÚNICA,
NÃO EXISTE RETORNO, SIGA!
Por mais que anseie a normalidade para encaixar aos velhos padrões,
compreenda que é tarde demais.
Questões de merecimento surgem nesta etapa, porque a maneira pelo qual provamos esses valores, verificamos que eles não funcionam mais ou não estão mais disponíveis em nossa jornada. O principal foco neste período é o desapego do desequilíbrio, visto que reaprendemos a arte da troca e suas correspondências que são: reciprocidade e o respeito.
Por mais que busquemos a aprovação, aceitação, apreciação ou outras necessidades emocionais atendidas por aqueles que ainda estão em nosso convívio em dormência, tudo o que deriva não nos preenche como antes. Nesse percurso do “vazio” ao meio, somos forçados a lidar com sentimentos de indignidade por conta própria, e a cada experiência vivenciada somos direcionados a percepção...
O DESEJO DE INCLUSÃO AO MEIO
COMEÇA A SER ABAFADO PELA SEDE A LIBERDADE
ACOMPANHE OS CICLOS
- O Despertar da Consciência I
- O Despertar da Consciência II
- O Despertar da Consciência III
- O Despertar da Consciência IV
- O Despertar da Consciência V
Bênçãos Plenas

Simone G. Pedrolli
Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".